Joaquim António Coelho Ferreira detém o 7ºgrau de piano e Curso Geral de Composição pelo Conservatório de Música Nacional e mestrado em Artes Musicais (Técnicas IRCAM) pela FCSH- Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, LISBOA.Foi compositor da música para duas produções da Companhia Teatral “O Semeador” de Portalegre: “A vida é sonho” de Calderon de la Barca, 1992; “O fim” de António Patrício, 1993, compositor para diversas produções da “Andante, Associação Artística”, nomeada por Portugal para os prémios ALMA nos anos de 2017 e 2018 e prémio Lêr Mais de 2019: “As coisas melhores são feitas no ar”; ”Às avessas”; “Afinal o Caracol”; “Afinal o Íbis”; “Afinal o Gato”; “Andante (des)Concertante”; “Uma Odisseia, o cadáver, o porcalhão e a musa”; “A Cor do Limão”; “Bubu” de 2002-2025.Compositor para diversas exposições do artista plástico Paulo Moreira entre as quais a exposição ”PULP” na Galeria Serpente, 1997.Como pianista revelou-se no espetáculo: “A colhida e a morte” de Federico Garcia Lorca em 2002 com a Andante, Associação Artística.Encenador de diversas peças para o Clube Artes de Palco da Escola Básica e Secundária de Joaquim Inácio da Cruz Sobral, com participação no Festival Panos do Teatro Nacional Dona Maria II.Criador e encenador da performance “Berlin bric-à-brac” em 2014.Professor bibliotecário no Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio da Cruz Sobral e Coordenador do Projeto Cultural de Escola no âmbito do Plano Nacional das Artes do mesmo agrupamento.